Detalhe: A história é sempre dividida em duas postagens, edição 1 e edição 2. Cada postagem possui duas imagens.

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Em 1886, na França.
Creuza e sua fragilidade.
Creuza duvidava de sua existência, pensava consigo mesma:
'' ó, seria uma real verdade a minha inócua existência?'' '' essa vida não foi feita para mim''
Ó, Creuza, se mantenha. Seja guerreira.
Não desistir, isso é para fracos. Quem lhe dera se ela tivesse esse pensamento, esse objetivo de vida.
Mas, não. Não. Ela era fraca. Agenor, um homem com uma estupenda estrutura, loiro, bonito e sensual. Mas quem diria que um homem com um físico tão desejado também seria um jovem romântico, humilde, e gentil? Pois era, e se era. Passava parte do tempo num trabalho digno, outra, ele passava dando singelos conselhos... Foi a vez de ajudar sua mais recente amiga Creuza, a tristonha e solitária mulher que no fundo guardava um terrível segredo. Dera um impulso a mais na virtuosa mulher que passara a vida encostando sua protuberante barriga ao fogão. Acordara extasiada após um dia de prosa com Agenor, estava se contorcendo. Seu irmão era um fotografo, coisa rara na época, sua irmã Creuza estava bonita e inspirada no dia, Bartolomeu aproveitou para tirar esplendorosas fotografias.

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