29 de ago. de 2010

Creuza e sua fragilidade (PARTE 2 - Edição 1)

Continuação da incrível saga de uma frágil mulher que soltou seu real instinto.



                               (clique nesse lápis escrito read more para ler a postagem completa...)

Em 1886, na França.
Creuza e sua fragilidade.


Nunca, em toda sua vida Agenor sentira tamanho desejo, Creuza sempre foi aquela mulher mal vesitda, mal amada, mal amparada... Enfim, crucificá-la não é o certo, apesar de seus desatinos... Nenhum homem que seja pensaria um dia em amar a donzela, mas quem diria, hoje ela pode dar 'a' volta por cima. Ao andar pela cidade de Estrasburgo era mal-vista pela sociedade, claro, como uma moça tão ingênua e feia chegara a esse ponto? Pois sim. Agenor ficara encantado.O rapaz não queria assumir sua paixão, pensava :  '' O que pensarão se me verem com essa rapariga?''. Porém, Creuza não deixaria a casa do moço sem atear o fogo de seu coração. Ela o seduziu. Suzella apareçeu de surpresa, era o mais recente 'namorico' de Agenor... Somente as famílias dos pombos sabiam do namoro, Creuza foi pega de surpresa. Se aproveitou da situação, tascou-lhe um beijo de cinema. Suzella saiu aos pingos, como se não tivesse visto a terrivel cena aos seus olhos... Agenor tentou reconquistá-la em vão, só teria um lugar para o traidor se esconder: Na praia.
A piranha Creuza foi atrás do moço, prejudicá-lo. Na praia, algo imaginável se ocorreu : Agenor se deixou levar, ao perceber a excitante presença de Creuza ele a pegou de surpresa.

Ele a pegou de surpresa.

 Sorriu. Simplesmente. Creuza sorriu. Um românce que assustuva e que não era comum na época. Muitas senhoras casadas e mães de 13 filhos acharam uma pouca-vergonha. Beijos ao mar, sedução em areia, e beijos ao trampolim.

Beijos ao trampolim.

Creuza porém possuía um terrível segredo. Um martírio seria se sua mãe relembrasse do assunto. Só mãe e filha sabiam do 'caso'.Tudo ocorreu quando a moça ia ao Norte do Estado fugir de casa, a moça virou uma das mais destemidas bandidas do faroeste. Procurada por policiais da época, o único refúgio que ela via era a casa de sua mãe, que ali retomaria a sua vida. Porém, ao ouvir o discurso de Agenor tudo veio à sua cabeça e ela resolveu retomar as origens, mesmo tendo feito a promessa de uma vida digna para sua mãe.

Um fim não muito interessante estava por vim:

A notícia de que Creuza era uma assasina se espalhou pela cidade.

Causando transtornos, a população apedrejou a moça.

Uma atitude esperada e lastimável.

Creuza morreu de mini-saia.

Agenor virou um raparigo depois de tal história.



FIM

ATENÇÃO, ESSA HISTÓRIA NÃO SE PASSA DE UM DEBOCHE.

Nenhum comentário:

Postar um comentário